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quinta-feira, janeiro 3

Bonja

"Em 1968, Bom Jesus também comemorou 50 anos da Paróquia. O jubileu de ouro do Nosso Senhor Bom Jesus do Bom Fim do frio. Levaram a Banda Continental de Taquara e fizeram um banquetão. Uma semana depois, a cidade seria abalada por aquele que é tido como o dia “mais triste” do nosso lugar. O acidente que vitimou os freis Getúlio e Damião.

Naquele ano, surgiram Os Serranos. Coincidência ou não, Bom Jesus vivia o momento cultural mais rico de sua história. Liderado por Milton Baggio e as irmãs Zaira e Teresinha Belan, Bom Jesus encenava Morte e Vida Severina, de João Cabral, que daria depois no Festival Nacional de Teatro Estudantil. Faz parte de nosso imaginário dizer que Bom Jesus morreu naquela curva de São Marcos quando o fusquinha dos freis deslizou”.


O trecho acima, revelado em primeira mão pela coluna, é do livro Bonja, de Paulo Ribeiro. A publicação sairá pela editora Belas-Letras, reunindo cem crônicas que falam sobre sua cidade natal, Bom Jesus. Na publicação, Ribeiro compilará histórias de uma cidade literária, dos festivais de teatro e dos espíritas. Que venha!

Coluna 3x4, de Carlinhos Santos, publicada hoje no jornal Pioneiro.

Em 2013, Bom Jesus completará 100 anos.

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